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Política: Oposição cada vez mais Forte e Unida em Poções, PR declara apoio à Pré candidatura de Dr. Otto a Prefeitura do município

  Durante a semana, lideranças políticas da cidade de Poções se reuniram para definir o futuro das próximas eleições municipais que ocorrerã...

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terça-feira, 26 de junho de 2018

Todos os policiais de cidade no México são detidos após morte de candidato



Autoridades do estado mexicano de Michoacán prenderam todos os 28 policiais da cidade de Ocampo, por suposto envolvimento no assassinado de um candidato a prefeito da localidade.
As autoridades locais divulgaram neste domingo (24/06) um comunicado dizendo terem detido todos os membros da força policial do município para serem interrogadas pelo departamento de assuntos internos da polícia. Com uma população de cerca de 24 mil pessoas, Ocampo fica a 150 quilômetros a oeste da Cidade do México.
Mídias locais e nacionais afirmaram que os policiais foram presos sob suspeita de cumplicidade na morte do candidato a prefeito Fernando Ángeles Juárez. Ele foi morto a tiros na última quinta-feira, e concorria pela legenda de centro-esquerda Partido da Revolução Democrática (PRD).
Os mexicanos irão às urnas em 1° de julho para eleger um novo presidente e representantes federais, estaduais e municipais. A campanha para as eleições gerais tem sido marcada pela violência de gangues, tornando-se a mais sangrenta da história moderna do país.
Ao menos 18 candidatos à eleição para vários cargos já foram mortos. Além de Juárez, também foi assassinado outro candidato a prefeito em Michoacán, Omar Gomez Lucatero, que concorria no município de Aguililla, dominado por gangues.
 
Crescimento das gangues

O analista de segurança mexicano Alejandro Hope acredita que o aumento da violência foi em parte causado pelos cartéis de drogas do país, que se ramificam e ampliam sua atuação para outros crimes, como extorsão, roubo de combustível, extorquindo, inclusive, os governos locais, forçando-os a assinar contratos públicos inflacionados.
Acredita-se que setores da força policial também sejam altamente corruptos, estando envolvidos em crimes como sequestros e assassinatos, por ordem dos cartéis.
"Com a evolução do crime, torna-se muito mais importante ganhar controle sobre o território, sobre os governos locais", disse Hope à agência de notícias AP. As gangues tentam expandir sua influência dentro da polícia e entre os funcionários públicos, levando-as a eliminar políticos hostis, acrescentou.
O governo federal do México tem lutado para reprimir os cartéis de drogas do país. Apesar das repetidas ações repressivas, os números oficiais registraram o ano como o mais violento nas duas últimas décadas, com 25.339 homicídios.
MD/rtr/afp/ap

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sábado, 27 de janeiro de 2018

LE MONDE: BRASIL É UMA DEMOCRACIA EM DECADÊNCIA


Principal jornal francês diz em editorial que a condenação de Lula é um novo capítulo da caótica história política do país desde o impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016; "A desgraça de Lula mostra um espetáculo lamentável de um velho mundo político em decadência", diz o jornal; há alguns meses das eleições, resume o jornal, o Brasil mostra a imagem de uma sociedade de castas, onde os dirigentes não obedecem às mesmas leis que os miseráveis, o que é indigno e perigoso para a maior democracia da América Latina
Rádio França Internacional - Este é o título do editorial que o Le Monde dedica neste sábado (27) à crise política no país e aos casos de corrupção que "atordoam os brasileiros", segundo o jornal francês.
Para o jornal, a condenação de Lula a 12 anos e um mês de prisão, por corrupção e lavagem de dinheiro, é um novo capítulo da caótica história política do país desde o impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016.
A entrega do passaporte de Lula aos agentes da polícia federal, nesta sexta-feira, é "mais uma humilhação para o ex-sindicalista, símbolo da luta operária na ditadura militar, um dos maiores dirigentes do país e estrela de cúpulas internacionais no auge de sua carreira", lembra o jornal. Por isso, o destino de Lula, o "pai dos pobres" gera todo tido de reação extrema dentro e fora do país.
Segundo o Le Monde, seus aliados defendem sua inocência e o consideram um "deus", enquanto, para seus inimigos, ele é um bandido. "Independentemente de algumas manobras judiciais estranhas, não é absurdo pensar que o ex-metalúrgico sucumbiu à tradição clientelista do sistema político brasileiro", escreve o jornal, lembrando que o escândalo do Mensalão, em 2005, quase custou sua reeleição.
"Sociedade de castas"
Ao mesmo tempo, ressalta o jornal, o mal-estar no país cresce desde o impeachment da presidente Dilma Rousseff. A saída da presidente, diz o Le Monde, não serviu "à causa ética prometida pela operação anti-corrupção Lava Jato", muito pelo contrário. Para o jornal, "a desgraça de Lula mostra um espetáculo lamentável de um velho mundo político em decadência".
O Le Monde lembra que, no mesmo momento em que os juízes pronunciavam a sentença contra Lula, o presidente Michel Temer, acusado de corrupção passiva, obstrução à Justiça, e participação em organização criminosa, participava da Cúpula de Davos, tentando dar um ar de normalidade à sua gestão.

"Até agora, o chefe de estado conseguiu suspender os processos na Justiça que o visam negociando favores com parlamentares que também são alvo do Judiciário", diz o texto, lembrando que pelo menos 45 dos 81 senadores foram indiciados por crimes variados. "Lava-Jato só traz à tona práticas bem anteriores a Lula", ressalta o Le Monde.
O jornal lembra que os escândalos de corrupção no país são dignos de um filme de segunda categoria, e que a imunidade parlamentar é instrumentalizada com um "grande cinismo". Há alguns meses das eleições, resume o jornal, o Brasil mostra a imagem de uma sociedade de castas, onde os dirigentes não obedecem às mesmas leis que os miseráveis, o que é indigno e perigoso para a maior democracia da América Latina.




Mãe raspa cabeça da filha para fingir câncer e arrecadar dinheiro na internet


Uma mulher, moradora de Ohio, nos Estados Unidos, fingiu durante anos que sua filha, de apenas sete anos, possuía um câncer terminal, para conseguir arrecadar dinheiro para o suposto tratamento.
Em depoimento ao jornal britânico Mirror, Hannah Millbrandt, que atualmente tem 21 anos, contou que, ao receber o diagnóstico falso, sua mãe a obrigava a andar com máscara cirúrgica e a drogava para que ela se sentisse mal.
Hannah lembra que tinha fortes dores de cabeça e se sentia sempre cansada e com sono. Além disso, sua mãe também raspou sua cabeça enquanto ela dormia.
Para ajudar no tratamento, a mãe começou a receber doações de pessoas e instituições e chegou a arrecadar U$ 31 mil, o equivalente a aproximadamente R$ 99 mil.
A situação só foi descoberta quando uma professora da menina percebeu que o cabelo dela crescia muito rápido, diferente dos pacientes que faziam quimioterapia.
A mãe de Hannah acabou confessando que inventou doença e alegou ter Síndrome de Münchhausen, que é um transtorno no qual os indivíduos fingem ter doenças para chamar atenção.
Apesar da tentativa da defesa em alegar doença mental, ela foi condenada a seis anos e meio de prisão.
Hannah atualmente mora com a madrasta e com o pai. Ela cursa faculdade de Serviço Social e pretende ajudar pessoas que sofreram abusos como ela. As informações são do R7.




sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

New York Times: Judiciário faz vale tudo para tirar Lula da eleição


Jornal New York Times desta sexta-feira, 26, traz artigo do pesquisador Hernán Gómez Bruera com duras críticas à decisão do TRF-4 que confirmou a condenação do ex-presidente Lula; segundo ele, os juízes brasileiros deram carta branca a um “conjunto de perigosas práticas legais que criam um estado de exceção típico dos regimes autoritários”; “Parece que, no poder judicial brasileiro, vale tudo em um julgamento anticorrupção: de romper as regras de um processo criminal, inventar figuras legais inexistentes ou manipular mecanismos de detenção preventiva”, afirma 247 – Edição desta sexta-feira, 26, do jornal The New York Times traz artigo do pesquisador Hernán Gómez Bruera, especializado em América Latina, com duras críticas à decisão do TRF-4 que confirmou a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aumentou sua pena para 12 anos de prisão.
Segundo o pesquisador, os juízes brasileiros deram carta branca a um “conjunto de perigosas práticas legais que criam um estado de exceção típico dos regimes autoritários”. “Parece que, no poder judicial brasileiro, vale tudo em um julgamento anticorrupção: de romper as regras de um processo criminal, inventar figuras legais inexistentes ou manipular mecanismos de detenção preventiva”, afirma. 
Hermán Bruera afirma que o objetivo do processo contra Lula não foi promover o surgimento de uma nova república de honestidade e transparência, mas “tirar o rival mais temido do caminho”. “A estratégia não só procura desabilitar eleitoralmente o ex-presidente, mas também prejudicar sua imagem e reputação”, afirmou.
“Independentemente do que finalmente aconteça, a verdade é que, presente ou não nas próximas eleições, a figura de Lula continuará a influenciar a política brasileira por muitos anos, mesmo que as elites de direita insistam em enterrá-la e o incalculável custo político. que isso poderia ter para a democracia brasileira”, acrescentou. Fonte: Falando Verdades




terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Adolescente amputa a perna por conta de unha encravada


Tudo seguia normal na vida da britânica Hannah Moore, até que ela teve duas unhas encravadas. O que parecia ser um problema rotineiro se transformou em um grande pesadelo. Em 2012, depois de meses de desconforto, ela se submeteu a uma pequena cirurgia para desencravar as unhas e voltar a ser feliz. Só que não foi bem assim…
Atualmente com 19 anos, ela passou por uma dor insuportável na perna direita, resultado de uma rara síndrome complexa de dor regional. Apesar de nenhum sinal de infecção após a cirurgia, qualquer encostadinha na sua perna gerava dores horríveis. Já a recuperação da perna esquerda foi completa após a unha ter sido desencravada.
A doença acabou evoluindo, e o pé de Hannah começou a ficar preto e com uma escama estranha. Aos poucos, uma bactéria começou a comer a carne do seu pé e não havia muita solução; por isso Hannah resolveu amputar toda a perna e se livrar de seu sofrimento. Ela gastou 5 mil libras nessa cirurgia – algo em torno de 20 mil reais – mesmo com o risco de que a dor poderia continuar no que restasse de sua perna.
“Os últimos três anos têm sido um pesadelo absoluto. É incrível o quanto minha vida mudou apenas por causa de uma unha encravada. E eu não poderia estar mais feliz do que agora que eu tive a minha perna amputada. E eu não estava com medo: estava é bem animada”, explicou a adolescente.
A cirurgia aconteceu em julho deste ano e agora Hannah já começa a pensar no futuro. Antes da amputação, ela era apaixonada por esporte. Agora precisará se adaptar à sua nova condição para voltar a praticar alguma coisa. E ela revela que isso não a desanima. “Mesmo um cobertor sobre a minha perna poderia me levar às lágrimas”, relembra.
Hoje em dia ela está sem nenhuma dor e se recuperando da amputação. O risco maior era de que a dor continuasse, por se tratar de uma síndrome que se origina mesmo de pequenas cirurgias. Apesar dos riscos, Hannah estava disposta a tentar. “Estou finalmente recuperando o tempo perdido e conseguindo colocar a minha vida nos trilhos”, comemora.


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Atleta paralímpica
Antes da amputação, a adolescente praticava caratê. Agora, ela está se adaptando à nova vida. Por meses usou uma cadeira de rodas e tem começado a testar pernas protéticas. Entretanto, ela já está treinando para competições como corridas com cadeiras de rodas e ciclismo de mão.
“Espero poder representar a Grã-Bretanha no triatlo dos Jogos Paralímpicos de 2020”, torce. “Agora o céu é o limite e eu não posso esperar para fazer meus sonhos se tornerem uma realidade”, complementa. Segundo os médicos que a acompanham, seu programa é bastante promissor.
De acordo com Amanda Nelson, especialista na doença de Hannah, a síndrome complexa de dor regional é uma doença rara, que envolve tanto a parte neurológica, quanto o sistema vascular, imunológico e nervoso. “É uma condição inflamatória debilitante e incapacitante, que pode ser causada por uma lesão menor, ossos quebrados ou fraturados, cirurgia ou também pode aparecer espontaneamente, sem causa conhecida”, explica Amanda.
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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Com órgão de 48 centímetros, homem recebe auxílio do governo por não conseguir emprego


Um homem, de 55 anos, vem passando por dificuldades e não consegue arranjar emprego por possuir um pênis de 48 centímetros.
Em entrevista ao jornal britânico Metro, o mexicano Roberto Esquivel Cabrera contou que é considerado deficiente pelas empresas, por não conseguir se ajoelhar ou utilizar uniformes.
“Não posso me movimentar com rapidez e as empresas não me enxergam com bons olhos quando conto sobre minha condição”, disse.
Quando era jovem, Roberto utilizava pesos para aumentar o tamanho do pênis e chegou a trabalhar como ator pornô. Atualmente, ele recebe uma ajuda financeira do governo para conseguir se sustentar.
O homem também relata que sofre dificuldades para dormir de frente e precisa envolver o membro em ataduras.
Médicos recomendaram uma cirurgia redução de pênis, mas ele se recusa. Fonte: VN
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Brasileira ganha prêmio internacional ao criar sistema de dessalinização de água com grafeno


Tido como uma matéria-prima revolucionária, o grafeno é um derivado do carbono, extremamente fino, flexível, transparente e resistente (200 vezes mais forte do que o aço). Considerado excelente condutor de eletricidade, é usado para a produção de células fotoelétricas, peças para aeronaves, celulares e tem ainda outras tantas aplicações na indústria.
Por ser considerado um dos materiais do futuro, ele foi escolhido como tema do Global Graphene Challenge Competition 2016, uma competição internacional promovida pela empresa sueca Sandvik, que busca soluções sustentáveis e inovadoras ao redor do mundo.
E a brasileira Nadia Ayad, recém-formada em engenharia de materiais pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), do Rio de Janeiro, foi a grande vencedora do desafio. Seu projeto concorreu com outros nove trabalhos finalistas.
Nadia criou um sistema de dessalinização e filtragem de água, usando o grafeno. Com o dispositivo, seria possível garantir o acesso à água potável para milhões de pessoas, além de reduzir os gastos com energia e a pressão sobre as fontes hídricas.
“Com a crescente urbanização e globalização no mundo e a ameaça das mudanças climáticas, a previsão é de que num futuro não muito distante, quase metade da população do planeta viva em áreas com pouquíssimo acesso à água”, afirma Nadia. “Há uma necessidade real de métodos eficientes de tratamento de água e dessalinização. Pensei que a natureza única do grafeno e suas propriedades, incluindo seu potencial como uma membrana de dessalinização e suas propriedades de peneiração superiores, poderiam ser parte da solução”.
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Como prêmio, a estudante carioca fará uma viagem até a sede da Sandvik, na Suécia, onde encontrará pesquisadores e conhecerá de perto algumas das inovações e tecnologias de ponta sendo empregadas pela empresa. Ela visitará ainda o Graphene Centre da Chalmers University.
Esta não será a primeira experiência internacional de Nadia. A engenheira brasileira já tinha participado do programa do governo federal Ciências Sem Fronteiras, quando estudou durante um ano na Universidade de Manchester, na Inglaterra. Agora ela pretende fazer um PhD nos Estados Unidos ou Reino Unido, pois acredita que, infelizmente, terá mais oportunidades para realizar pesquisas no exterior do que no Brasil.
Foto: divulgação Global Graphene Challenge Competition
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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Vídeo: Day McCarthy queima Bíblia, debocha de salmo 91 e chama evangélicos de capeta


Day McCarthy mais uma vez está causando polêmica. Em um vídeo que está circulando na internet, a socialite aparece queimando a bíblia e xingando os evangélicos.
Ela aparece lendo um trecho do Salmo 91 e, em seguida, retira um isqueiro de seu sutiã e coloca fogo no livro. “Um salmo para os crentes que falaram que eu não sou filha de Deus, que eu tenho pacto com o diabo, que eu sou uma pessoa do demônio. Vou ler um salmo para vocês”, diz ela no início do vídeo.
Em seguida, ela coloca fogo no livro e dá uma risada debochando. “Crente merda, crente lixo, queima no inferno suas pestes, seus capetas”, encerra.
Day McCarthy é conhecida na internet pelos xingamentos feitos a Titi (filha de Bruno Gagliasso), Anitta, Rafaella Justus (filha de Ticiane Pinheiro e Roberto Justus) e Alexandre (filho de Ana Hickmann). Por Varela Notícias


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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Esporte: Com criação da Liga das Nações, Fifa coloca um fim nos amistosos entre seleções


Estadão Conteúdo 
Nos próximos três meses, os dirigentes da Fifa irão tomar uma decisão que pode modificar profundamente o calendário do futebol. O que já está sacramentado é o fim dos amistosos entre as seleções europeias, uma nova realidade que começará a vigorar a partir de setembro de 2018. A expectativa é de que outras novidades sejam anunciadas depois das reuniões do Conselho da Fifa, entre os dias 15 e 16 de março, em Bogotá, na Colômbia.
No lugar dos amistosos, a Uefa criou uma Liga das Nações, com jogos entre as seleções europeias em um torneio com duração de um ano. Brasil e outros não terão mais possibilidade de disputar jogos contra os europeus fora de uma Copa do Mundo. Diante desta argumentação, foi estabelecido um plano para que o campeonato ganhe um caráter mundial com a entrada da América do Sul, África e os demais continentes dentro de dois anos.
O objetivo é dar fim a partidas amistosas, que, nos últimos anos, se transformaram em máquinas de lavagem de dinheiro, como comprova o julgamento do “caso Fifa” em curso nos Estados Unidos Além disso, elas representam pouco ganho técnico para as equipes.
Desde que chegou à Fifa, em 2016, o presidente Gianni Infantino se debruçou sobre a tarefa de modificar o esporte, com vistas a torná-lo mais atrativo e rentável. “O que está sendo debatido é uma revolução no calendário do futebol”, disse um dos dirigentes que faz parte das negociações. Segundo ele, a ideia é tornar o futebol mais atraente para torcedores, clubes, federações, TVs e patrocinadores. Mas os diferentes interesses em jogo são obstáculos importantes.
Um dos temas mais espinhosos da proposta de reformulação é o futuro do Mundial de Clubes. Em 2018, ele ainda será mantido. Mas tudo indica que será uma das últimas edições. Depois da final entre Real Madrid e Grêmio, as críticas contra o torneio ganharam mais força. Cartolas da Uefa não veem atrativo comercial em uma competição na qual somam nove triunfos nas últimas 10 edições. Pior: a audiência de TV é baixa na Europa.
No último torneio, vencido com facilidade pelo Real Madrid, a média de público foi de 16 mil pessoas por jogo, com partidas que chegaram a ter meros 4 mil torcedores no estádio. Existe na Fifa um projeto de transformar o torneio em uma competição entre 24 times, dos quais 12 seriam europeus e com a capacidade de atrair maior audiência de TV e, portanto, patrocinadores.
Estariam ainda classificados os quatro últimos vencedores da Copa Libertadores e mais um clube sul-americano melhor classificado em um ranking da Conmebol. Sete clubes viriam da África, Ásia e América do Norte e do país-sede.
Mas nem todos estão de acordo com o novo formato proposto. Parte da Uefa não quer mais datas e sim a volta de um jogo único entre sul-americanos e europeus para definir o campeão do mundo. Uma alternativa que apresenta à Fifa é de que o tal Mundial ocorra apenas a cada quatro anos, evitando assim um acúmulo de datas para os clubes europeus.
O torneio, que entraria no lugar da Copa das Confederações, deveria ocorrer em 2021 no Catar, local da próxima Copa do Mundo Ao trocar a Copa das Confederações pelo Mundial de Clubes, a Fifa mataria vários pássaros com um só tiro: eliminaria um torneio deficitário, garantiria um teste para os estádios da Copa e resolveria o problema de falta de datas dos europeus.
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domingo, 6 de outubro de 2013

Brasil pode ser convidado para a Eurocopa 2020

Considerada a segunda principal competição de seleções do mundo, atrás apenas da Copa do Mundo, a Eurocopa pode ganhar um 'reforço de peso' para edições futuras. Isso porque a UEFA planeja convidar países de outros continentes para participar da competição e, na lista, estão países como Argentina, México e, principalmente, o Brasil.
A informação foi concedida pelo jornal inglês 'The Independent', que deixou claro que a ideia ainda está em estágio inicial. Antes de mais nada, a entidade que organiza o torneio precisa aprovar o plano. No entanto, a estratégia é bem vista por pessoas próximas a Platini, que usaram como exemplo a Copa América, competição que costuma contar com equipes de outros continentes.

"Estas ideias estão numa fase inicial, mas são factíveis. Os sul-americanos têm feito isso há décadas, convidando seleções de outros continentes para participar da Copa América. Por que a Europa não pode fazer isso?", afirmou um conselheiro de Platini ao diário.

Além de fortalecer a competição, a UEFA deseja também provocar a FIFA, já que as entidades estão em conflito nos últimos tempos.